1822             -                NAVIOS DE GUERRA BRASILEIROS            -               Hoje

 

F Niterói - F 40

Classe Niterói Mk 10

 

"Pioneira"

 

 

D a t a s

 

Batimento de Quilha: 8 de junho de 1972
Lançamento: 8 de fevereiro de 1974
Incorporação: 20 de novembro de 1976

 

 

C a r a c t e r í s t i c a s

 

Deslocamento: 3.200 ton (padrão), 3.800 ton (carregado).
Dimensões: 129.2 m de comprimento, 13.5 m de boca e 5.9 m de calado.
Propulsão: CODOG (Combined Diesel or Gas) com 2 turbinas a gás Rolls-Royce Olympus TM3B 28.000 shp cada; 4 motores MTU 16V956 TB91 de 3.940 bhp cada, acoplados a dois eixos e dois hélices Escher-Wyss passo variável.

Eletricidade: 4 geradores diesel de 1.000 kw cada.

Velocidade: máxima de 30.5 nós.

Raio de ação: 1.300 milhas náuticas a 28 nós (turbinas Olympus) ou 4.200 a 19 nós (4 motores diesel).
Armamento: 1 reparo singelo do canhão Vickers Mk 8 de 4.5 polegadas/55 calibres (114mm); 2 reparos singelos do canhão Bofors L/70 de 40 mm; 1 lançador de mísseis anti-submarinos Ikara; 2 lançadores triplos de mísseis antiaéreos de defesa de ponto Sea Cat; um morteiro duplo do foguetes SR-375 BOROC de 375mm, 2 lançadores triplos STWS Mk 1 de torpedos A/S de 324mm, 2 lançadores de foguetes Schermully e 2 lançadores de foguetes iluminativos Rocket Flare.
Sensores: 1 radar de vigilância aérea tipo Plessey AWS-2, com o IFF Mk 10; 1 radar de vigilância de superfície ZW-06;
agulhas giroscópicas Sperry Mk-19; 2 radares de direção de tiro Orion RTN-10X; MAGE FH-5 radiogoniometro HF D/F; Decca RDL-2/5 e CDL-160 radiogoniometro VHF; sonar de casco EDO-610E e sonar de profundidade variável EDO-700E.

Sistema de Dados Táticos: CAAIS, com Link 11.
Aeronaves: 1 helicóptero Westland SAH-11 Lynx.

Código Internacional de Chamada: PWNI

Tripulação: 209 homens, sendo 22 oficiais e 187 praças.

Obs: Características da época da incorporação.

 

 

H i s t ó r i c o

 

A Fragata Niterói - F 40, é o quinto navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem a cidade homônima, antiga capital do Estado do Rio de Janeiro. A Niterói foi a primeira de uma série de 6 fragatas ordenadas em 20 de setembro de 1970 como parte do Programa de Renovação e Ampliação de Meios Flutuantes da Marinha, e a primeira construída pela Vosper Thornycroft Ltd., em Woolston, Hampshire, Inglaterra. Teve sua quilha batida em 8 de junho de 1972, foi lançada e batizada em 8 de fevereiro de 1974. Fez-se ao mar pela primeira vez em 8 de janeiro de 1976, iniciando as provas de mar e máquinas que se estenderam até o final de maio, sob supervisão do construtor e do Grupo de Recebimento.  Foi aceita e incorporada em 20 de novembro de 1976 em cerimônia realizada no cais 47 do porto de Southampton. Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão-de-Mar-e-Guerra João Baptista Paoliello.

 

Uma das primeiras concepções artísticas da classe Niterói com mastros diferentes, sendo que o da ré é muito semelhante ao das Type 21 (Amazon), dois reparos duplos de canhões Bofors de 120 mm (proa e popa) e um desenho substancialmente diferente. (foto: ?) Impressão artística da Niterói mostrando uma “sugestão” de indicativo visual, que pode ser vista na borda alta do navio. O editor do NGB lembra de uma maquete de uns 2 metros de comprimento, da Niterói, em uma exposição em uma Escola Publica de Santos no inicio dos anos 80. (foto: ?)

A F Niterói em testes de mar na Inglaterra. (foto: SRPM) A F Niterói em testes de mar na Inglaterra. (foto: SRPM) A Niterói e a Defensora em diferentes etapas dos testes de mar na Inglaterra. (foto: ?) A Niterói em testes de mar na Inglaterra. (foto: ?)

 

A oficialidade do recebimento da Niterói foi a seguinte:

 

     - CMG João Baptista Paoliello - Comandante
     - CF Sérgio Marints Ribeiro - Imediato
     - CC Gustavo Adolfo Knaack de Souza - CheOp

     - CC Sergio Henrique Lyra Barbosa - CheMaq

     - CC Edmundo de Luna Freire Filho - CheArm

     - CT (IM) Hamilton Siqueira Barros

     - CT Delcio Machado de Lima

     - CT Carlos Augusto Rodrigues Carvalho

     - CT Luiz Goulart Monteiro de Souza

     - CT Luiz Leite Columby

     - CT Carlos Dutra de Almeisa

     - CT Murilo Marques Galvão de Queiroz

     - CT Carlos Alberto Briggs de Vasconcellos

     - CT Vlademir Varanda Pereira

     - CT Luiz Augusto Correia

     - CT Afonso Barbosa

     - CT Roberto Emilio Bailly Andersen Cavalcanti

     - 1º Ten. (IM)/CT William de Cavalcanti Soares

 

Lista completa da primeira tripulação.


1977

 

Em 10 de agosto, chegou em águas brasileiras, e no dia 15 de agosto, às 08:00hs chegou ao Rio de Janeiro, sendo recebido na boca da barra pelos CT Mariz e Barros - D 26 e Pernambuco - D 30, por três He da ForAerNav, bem como diversas embarcações dos Iates Clubes do Rio de Janeiro e Niterói, que a acompanharam até a atracação no cais norte do AMRJ. Também na Ilha de Villegagnon, o Corpo de Aspirantes participou da recepção, permanecendo em postos de continência nas muralhas da Escola Naval. A Niterói trouxe embarcado um He Westland Wasp, pertencente ao segundo lote dessas aeronaves, adquiridas pela MB.

 

Em 17 de agosto, às 10:00hs, em cerimônia presidida pelo Comandante de Operações Navais, AE Eddy Sampaio Espellet, passou a subordinação do Comando-em-Chefe da Esquadra. Como primeira unidade a entrar em serviço, foi-lhe atribuída a execução da Avaliação Operacional dos Sistemas da Fragatas da classe Niterói, visando a coleta de dados e informações a respeito desse projeto de navios de guerra.

 

Em 9 de setembro, o Presidente da Republica, General Ernesto Geisel, embarcou na Niterói, onde passou em revista ao CT Pará – D 27 e Alagoas – D 36, Cv Purus – V 23 e Caboclo – V 19, NV Aratu – M 15, Anhatomirim – M 16, Atalaia – M 17, Araçatuba – M 18 e Albardão – M 20, e aos NA Javari – U 18 e Juruá – U 19. Logo após a revista, o Presidente assistiu a exercícios da Fragata com o CT Alagoas.

 

Em 19 de novembro, o navio recebeu uma Bandeira Nacional, ofertada pela cidade de Niterói.

 

1978

 

Conduziu os Ministros da Marinha e da Aeronáutica em visita a Ilha da Trindade.

 

Antena do radar de vigilância aérea AWS-2 da Niterói. (foto: SRPM) Centro de Operações de Combate da Niterói, na época do sistema CAAIS. (foto: SRPM)

 

1979

 

Em 3 de julho, passou a subordinação do Comando da Força de Fragatas.

 

Recebeu a visita do Comandante da Armada Nacional da Colômbia, Almirante Guidberto Barona Silva, comitiva.

 

Participou da Operação UNITAS XX, junto com o S Goiás - S 15 e a F Defensora - F 41, entre outros navios brasileiros e norte-americanos.

 

Em 13 de dezembro, participou da Parada Naval em comemoração ao Dia do Marinheiro, que contou com a presença do Exmo. Sr. Presidente da Republica, General João Baptista de Oliveira Figueiredo, acompanhado pelo Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra Maximiano Eduardo da Silva Fonseca e demais autoridades embarcados na F Liberal – F 43.

 

1980

 

Em janeiro, recebeu a visita do Secretario da Marinha do México, Almirante Ricardo Chazaro Lara.

 

Em maio, prestou apoio a Avaliação Operacional dos Mísseis Ikara pela F Defensora - F 41.

 

Em julho, representou a MB nas comemorações do 70º aniversário da Marinha Canadense.

 

Entre 31 de julho e 3 de agosto, visitou Fortaleza-CE.

 

1981

 

Entre 2 e 20 de agosto, participou da Operação UNITAS XXII, realizada na costa do norte e nordeste do Brasil, integrando o GT 138.2, sob o comando do VA Wilson Mourão dos Santos. O GT 138.2 era composto pelo NAeL Minas Gerais - A 11, F Constituição - F 42 e Independência - F 44, pelos CT Sergipe - D 35, Alagoas - D 36 (capitânia), Rio Grande do Norte - D 37 e Espírito Santo - D 38, pelos S Goiás - S 15 e Riachuelo - S 22, NT Marajó - G 27, NO Belmonte - G 24, e pelos NV Araçatuba - M 18 e Albardão - M 20, além de helicópteros do HU-1 e HS-1. Essa UNITAS contou com a participação de unidades da Marinha da Venezuela, além da Norte-Americana. O GT norte-americano era composto pelos CT USS Stump - DD 978 (capitânia), USS Dahlgren - DDG 43, USS Barney - DDG 6, USS Steinaker - DD 862 e USS Vogelsand - DD 863, pelas F USS Koelsch - FF 1049 e USS Capodanno - FF 1093, NT USS Marias - T-AO 57, NDD USS Plymouth Rock - LSD 29, SNA USS Thomas Jefferson - SSN 618 e o Cutter USCGC Steadfast - WMEC 623. O GT venezuelano era composto pela F ARV Amirante Brion - F 22 e pelo S ARV Picuá - S 22.

 

Entre 28 de setembro e 15 de outubro, participou da Operação FRATERNO III realizada em conjunto com navios da Armada Argentina. Além da Niterói, integravam o GT 100.2, sob o comando do Contra-Almirante Hugo Stoffel, ComForf, a F Liberal - F 43, os CT Sergipe - D 35 e Espírito Santo - D 38, o NT Marajó - G 27 e o S Goiás - S 15. O GT argentino era composto pelo CT ARA Hercules - D 1, as Cv ARA Drummond - P 1, ARA Guerrico - P 2 e ARA Granville - P 3 e o S ARA San Luis - S 32.

 

Em novembro, participou da Operação INOPINEX 81, integrando a Força-Tarefa 10, sob o comando do Comandante em Chefe da Esquadra (ComenCh), Vice-Almirante Arthur Ricart da Costa, visitando o porto de Santos-SP.

 

Em 16 de novembro suspendeu do Rio de Janeiro, integrando um GT sob o comando do ComForF, CA Hugo Stoffel, formado pelas F Niterói, Constituição, Liberal e Independência para realizar exercícios entre o Rio e São Paulo.

 

Em 20 de novembro quando completou 5 anos de incorporação já havia ultrapassado a marcas das 21.000 milhas navegas.

 

Em 13 de dezembro, participou dos eventos alusivos ao Dia do Marinheiro atracado no Píer da Praça Mauá junto com o Minas Gerais, Constituição, Marcilio Dias, Goiás e Duque de Caxias.

 

1982

 

Entre 5 e 15 de janeiro, participou da Operação ASPIRANTEX/82, integrando a Força-Tarefa 10 composta pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), pelas F Constituição - F 42 e Independência - F 44, pelos CT Alagoas - D 36, Rio Grande do Norte - D 37 e Maranhão - D 33, NT Marajó - G 27, e pelos S Tonelero - S 21 e Riachuelo - S 22. Foi visitado o porto de Santos-SP.

 

Na segunda quinzena de maio, participou da Operação NORDESTEX 82, realizada no litoral do nordeste, sob o comando do VA Hugo Stoffel, ComForF. Também participaram as F Liberal - F 43, Independência - F 44 e Constituição - F 42, além de Navios-Varredores, Corvetas e aeronaves do COMAT - Comando Aerotático da FAB. Foram visitados os portos de Salvador-BA e Recife-PE.

 

Em junho, acompanhado da Constituição, realizou exercício PASSEX com as fragatas portuguesas NRP Hermenegildo Capelo – F 481 e NRP Sacadura Cabral – F 483.

 

Entre 22 de outubro e 1º de novembro, participou da Operação FRATERNO IV realizada em conjunto com navios da Armada Argentina. Além da Niterói, integravam o GT brasileiro a F Independência - F 44, os CT Mariz e Barros - D 26 e Rio Grande do Norte - D 37 e o S Tonelero - S 21. O GT argentino era composto pelo CT ARA Santissima Trinidad - D 2, as Cv ARA Drummond - P 1, ARA Guerrico - P 2 e ARA Granville - P 3, o NT ARA Punta Mendanos - B 18 e o S ARA Salta - S 31. Foram visitados os portos de Puerto Belgrano e Buenos Aires (Argentina), e Montevideo (Uruguai).

 

1983

 

Em outubro, participou da Operação FRATERNO V realizada em conjunto com navios da Armada Argentina no trecho Santos-Rio. Além da Niterói, integravam o GT brasileiro a F Independência - F 44, os CT Marcílio Dias - D 25 e Sergipe - D 35, o NT Marajó - G 27 e o S Ceará - S 14. O GT argentino era composto pelo CT ARA Santissima Trinidad - D 2, as Cv ARA Drummond - P 1, ARA Guerrico - P 2 e ARA Granville - P 3 e o S ARA Salta - S 31. Foi visitado o porto de Santos-SP.

 

1984

 

Em janeiro, participou da Operação ASPIRANTEX 84/TROPICALEX I/84, realizada nas águas do nordeste, integrando a FT-10, na ocasião sob o comando do ComenCh, VA Luiz Leal Ferreira. A FT-10 era composta pelo NAeL Minas Gerais – A 11 (capitânia); as F Constituição – F 42 e Independência – F 44; os CT Maranhão – D 33, Mariz e Barros – D 26, Marcílio Dias – D 25, Alagoas – D 36, Espírito Santo – D 38, Sergipe – D 35 e Santa Catarina –D 32; pelo NTrT Ary Parreiras – G 21; NT Marajó – G 27; NO Belmonte – G 24 e o S Ceará – S 14, além dos NV Atalaia – M 17 e Anhatomirim – M 16 como navios isolados.

 

Em 25 de setembro, durante o deslocamento para Operação Fraterno VI, o Lynx N-3020 que seria lançado da Niterói para missão de busca a uma provável embarcação à deriva na costa da Santa Catarina, foi perdido em acidente. O mar estava bastante agitado em condição próxima de 7. Logo após o "pronto para decolagem", uma onda gigante encobriu todo o navio arrebatando a aeronave do convôo com seus três tripulantes que conseguiram escapar mesmo tendo o helicóptero submergido emborcado.

 

Entre 1º e 10 de outubro, participou da Operação FRATERNO VI realizada em conjunto com navios da Armada Argentina. Além da Niterói, integravam o GT brasileiro sob o comando do Chefe do Estado-Maior da Força de Contratorpedeiros, CMG Sergio Gitirana Chagasteles, a F Liberal - F 43, os CT Sergipe - D 35 e Espírito Santo - D 38 e o S Ceará - S 14, além de três helicópteros da ForAerNav. O GT argentino era composto pela F ARA Heroina - D 12, a Cv ARA Drummond - P 1 e o S ARA San Luis - S 32. Foi visitado o porto de Mar del Plata (Argentina).

 

1985

 

Em janeiro, integrou o GT que realizou a Operação TROPICALEX I/85, na área marítima entre os litorais de São Paulo e Pernambuco, sob o comando do Vice-Almirante Bernard David Blower, ComenCh. O GT era composto pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), pelas F Defensora - F 41 e Liberal - F 43, pelos CT Marcilio Dias - D 25, Santa Catarina - D 32, Maranhão - D 33, Rio Grande do Norte - D 37 e Espírito Santo - D 38, pelo NTrT Barroso Pereira - G 16 e pelo NT Marajó - G 27. Participaram como navios escoteiros os S Ceará - S 14 e Amazonas - S 16 e o NO Belmonte - G 24. Foram visitados os portos de Recife-PE, Cabedelo-PB, Maceió-AL, Salvador-BA, Vitória-ES e Santos-SP.

 

Em abril e maio, participou da Operação TEMPEREX I/85, que foi realizada na área marítima entre Rio de Janeiro e São Paulo, integrando uma FT composta pelas F Independência - F 44 e Defensora - F 41, pelos CT Marcilio Dias - D 25, Mariz e Barros - D 26, Rio Grande do Norte - D 37 e Alagoas - D 36, pelo NT Marajó - G 27 e pelo NO Belmonte - G 24. Foi visitado o porto de Santos-SP.

 

Até 30 de agosto de 1985 a Niterói já tinha atingido as marcas expressivas de 555,5 dias de mar, 138.760 milhas navegadas, 95 comissões, 1425 pousos a bordo e duas comissões no exterior.

 

Em 5 de setembro. durante a Operação FRATERNO, na escala em Rio Grande, recebeu a visita e inspeção do Comandante do 5º Distrito Naval, VA João Baptista Paoliello. O Alte. Paoliello, considerou o navio em excelente estado e saltou a tripulação com o tradicional "Bravo-Zulu".

 

Recebeu por duas vezes consecutivas o Premio Dulcineca, pela eficiência de sua equipe de Combate a Incêndio nos adestramentos do CAAML, nos dois últimos trimestres de 1985.

 

1986

 

No inicio do ano passou por um PNR - Período Normal de Reparos.

 

Foram substituídas as agulhas giroscópicas Sperry Mk-19 pelas Mk-29.

 

Entre 9 e 20 de setembro, participou da Operação FRATERNO VIII realizada em conjunto com navios da Armada Argentina. Além da Niterói, integravam o GT brasileiro a F Independência - F 44, os CT Marcilio Dias - D 25 e Santa Catarina - D 32 e o S Amazonas - S 16. O GT argentino era composto pela F ARA Almirante Brown - D 10, ARA La Argentina - D 11 e ARA Heroina - D 12, a Cv ARA Espora - F 41 e o S ARA Salta - S 31. Foram visitados os portos de Puerto Belgrano e Buenos Aires (Argentina).

 

Em novembro, participou da Operação UNITAS XXVII, integrando Força-Tarefa constituída pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), o F Constituição - F 42, os CT Sergipe - D 35, Espírito Santo - D 38 e Rio Grande do Norte - D 37, o NT Marajó - G 27 e o S Riachuelo - S 22. Participaram pela Marinha dos EUA, os CT USS Hayler - DD 997, USS Lawrence - DDG 4, F USS John L. Hall - FFG 32, NDCC USS Boulder - LST 1190 e o SNA USS Scamp - SSN 588.

 

1987

 

Em 19 de maio, partiu do Rio de Janeiro, integrando um GT sob o comando do CA Mauro César Rodrigues Pereira, composto pelas F Defensora – F 41, Liberal – F 43, Independência – F 44 e União – F 45, que participou da Operação ADEREX II/87. Foi visitado o porto de Santos-SP.

 

No inicio de junho, participou da Operação TOPEX com o Navio-Aeródromo Nuclear USS Nimitz - CVN 68 e o Cruzador Nuclear USS California - CGN 36, que integravam um GT da Marinha Norte-Americana comandado pelo Contra-Almirante (USN) R.K.U. Kihune.

 

Em outubro, participou da Operação FRATERNO IX realizada na costa brasileira em conjunto com navios da Armada Argentina. Além da F Niterói, integravam o GT brasileiro a F Defensora - F 41, os CT Mariz e Barros - D 26 e Espírito Santo - D 38 e o S Riachuelo - S 22. O GT argentino era comporto pelas Fragatas ARA Heroina - D 12 e ARA Sarandi - D 13, pelas Corvetas ARA Guerrico - P 2 e ARA Granville - P 3 e pelo Submarino ARA San Juan - S 42. Foi visitado o porto de Santos -SP.

 

Em dezembro, participou da Operação DRAGÃO XXIII, sob o comando do ComenCh, VA Mario César Flores, junto com o NAeL Minas Gerais – A 11 (capitânia), F Defensora – F 41, Constituição – F 42, Independência – F 44 e União – F 45; CT Marcilio Dias - D 25, Mariz e Barros – D 26, Piauí – D 31, Maranhão – D 33, Mato Grosso – D 34, Sergipe – D 35 e Espírito Santo – D 38; NTrT Custódio de Mello – G 20 e Soares Dutra – G 22; NO Belmonte – G 24; NDCC Duque de Caxias – G 26 e Garcia D’Ávila – G 28; S Riachuelo – S 22; AvApCo Almirante Hess – U 30; EDCG Guaraparí – L 10, Tambaú – L 11 e Camboriú – L 12, além de diversas unidades do CFN e da ForAerNav.

 

1988

 

Em janeiro, participou da Operação ASPIRANTEX 88/TROPICALEX I/88 realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e Alagoas, integrando a Força-Tarefa 10, sob o comando do ComenCh, Vice-Almirante José do Cabo Teixeira de Carvalho. Participaram da operação o NAeL Minas Gerais - A 11, as F Constituição - F 42 e Independência - F 44, os CT Marcilio Dias - D 25, Maranhão - D 33, Piauí - D 31, Sergipe - D 35 e Espírito Santo - D 38, o NDCC Duque de Caxias - G 26, o NTrT Custodio de Mello - G 20, o NT Marajó - G 27 e os S Humaitá - S 20, S Riachuelo - S 21 e S Goiás - S 15. Foram visitados os portos de Salvador-BA, Recife-PE.

 

Foi docada na Base Naval de Aratu (BNA) para reparos em seu domo de sonar, avariado em exercício ao largo da Bahia. O reparo contou com o apoio de técnicos do AMRJ e da Subseção de Fibra de Vidro do Departamento Industrial da BNA.

 

Entre 4 e ? de abril, participou da Operação TEMPEREX-I/88, integrando a FT-48 sob o comando do ComenCh, VA José do Cabo Teixeira de Carvalho. Também participaram dessa comissão o NAeL Minas Gerais – A 11 (capitânia); F Defensora – F 41, Constituição – F 42 e União – F 45; CT Marcilio Dias – D 25, Mariz e Barros – D 26, Sergipe – D 35 e Mato Grosso – D 34; NT Marajó – G 27 e os S Humaitá – S 20 e Goiás – S 15.

 

Entre 12 e 30 de setembro, participou da Operação FRATERNO X realizada em conjunto com navios da Armada Argentina. Além da Niterói, integravam o GT brasileiro a F Liberal - F 43, os CT Mariz e Barros - D 26 e Rio Grande do Norte - D 37 e o S Tonelero - S 21. O GT argentino era composto pelo CT ARA Hercules - D 1, as F ARA Almirante Brown - D 10 e ARA Heroina - D 12, as Cv ARA Drummond - P 1, ARA Espora - F 41 e o Aviso ARA Tenente Olivieri - A 2. Foram visitados os portos de Puerto Belgrano, Mar del Plata e Buenos Aires (Argentina).

 

No final dos anos 80 foram instalados os mísseis superfície-superfície Exocet MM 40, preenchendo uma lacuna importante no armamento do navio.

 

1989

 

Entre 22 e 27 de fevereiro, participou da Operação FRATERNO XI realizada em conjunto com navios da Armada Argentina. Além da F Niterói, integravam o GT brasileiro a F Defensora - F 41, os CT Alagoas - D 36 e Rio Grande do Norte - D 37 e os S Goiás - S 15 e Tonelero - S 21. O GT argentino era comporto pelas Cv ARA Drummond - P 1 e ARA Granville - P 3.

 

Entre 13 e 19 de março, participou junto com a F Defensora - F 41 da Operação IBERIA 89, realizada em águas jurisdicionais espanholas. Também participaram desse exercício pela Armada Argentina as Corvetas ARA Drummond - P 1 e ARA Granville - P 3 e pela Armada Espanhola o NAeL SMS Dedalo - R 01, CT SMS Mendez Nunez - D 63, F SMS Astúrias - F 74, SMS Victoria - F 82 e SMS Numancia - F 83, Cv SMS Diana - F 32 e SMS Infanta Cristina - F 34, e os S SMS Tonina - S 62 e SMS Mistral - S 73.

 

Em 31 de agosto, acompanhada pelas F Defensora - F 41 e Constituição - F 42, acompanhou os primeiros disparos reais de mísseis ar-superfície Sea Skua realizados por um helicóptero Lynx contra o casco do ex-CT Santa Catarina - D 32, usado como alvo para o exercício.

 

Em outubro, participou de uma Parada Naval durante a Operação PRESIDENTEX, em homenagem ao Presidente da Republica, José Sarney, embarcado no NAeL Minas Gerais – A 11. Dessa Parada também participaram as F Defensora – F 41, Constituição – F 42, Liberal – F 43, Independência – F 44 e União – F 45; CT Maranhão – D 33, Mato Grosso – D 34, Sergipe – D 35, Alagoas – D 36, Rio Grande do Norte – D 37, Espírito Santo – D 38, Marcilio Dias – D 25 e Mariz e Barros – D 26; NTrT Custodio de Mello – G 20, Ary Parreiras – G 21 e Soares Dutra – G 22; NT Marajó – G 27; NE Brasil – U 27; NSS Gastão Moutinho – K 10 e os S Goiás – S 15 e Amazonas – S 16, que emergiram a bombordo do Minas Gerais.

 

1990

 

Em junho, participou da Operação ADEREX-II/90, junto com as F Niterói - F 40, Constituição - F 42, Liberal - F 43 e Independência - F 44 e o S Tonelero - S 21, tendo visitado o porto de Vitória-ES. Em 6 de junho, durante essa comissão, completou 1.000 dias de mar e 227.000 milhas navegadas, distancia superior a nove voltas e meia ao redor da terra sobre o Equador. Foi a primeira da classe a atingir essa marca.

 

Em 21 de julho, participou das cerimônias do Dia dos Mortos das Marinhas de Guerra e Mercante na II Guerra Mundial, lançando flores ao largo da Praia de Copacabana.

 

Entre 17 e 26 de setembro, participou da Operação TEMPEREX-II/90, realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e São Paulo. A FT-98, sob o comando do ComemCh, VA Jelcias Baptista da Silva Castro, era composta também pelo NAeL Minas Gerais – A 11 (capitânia), F Defensora – F 41 e Liberal – F 43; CT Paraná – D 29, Sergipe – D 35 e Espírito Santo – D 38; NT Marajó – G 27; S Tonelero – S 21 e Amazonas – S 16, além da Cv Bahiana, helicópteros de vários esquadrões da ForAerNav e aviões P-16 do 1º GAE. Esteve em Santos dos dias 21 a 24.

 

1991

 

Esteve em Santos-SP de 1º a 4 de novembro.

 

Em 20 de novembro, completou 15 anos de serviço ativo, tendo atingido até essa data as marcas de 1.055 dias de mar e 235.000 milhas navegadas.

 

Medalhão comemorativo aos 15 anos da incorporação da "Pioneira". (foto: via Rogério Cordeiro)

 

1992

 

Entre 20 e 23 de março, esteve em Santos junto com as F Defensora - F 41 e União - F 45.

 

Participou da Operação TEMPEREX-I/92, integrando Força-Tarefa 48, sob o comando do ComenCh, VA José Julio Pedrosa. A FT-48 era formada também pelo NDD Rio de Janeiro - G 31 (capitania), os CT Paraíba - D 28 e Pernambuco - D 30 e o S Humaitá - S 30, que visitaram o porto de Montevideo (Uruguai), e pelas F Defensora - F 41 e União - F 45, pelos CT Marcilio Dias - D 25 e Sergipe - D 35, NT Marajó - G 27 e o S Tupi - S 30, que visitaram o porto de Buenos Aires (Argentina).

 

Em 29 de junho, durante exercícios no litoral do Espírito Santo, desapareceu durante um vôo de esclarecimento a aeronave SAH-11 Lynx destacada na Niterói. Tripulavam o aparelho o CT Hildo Oliveira de Alcântara (piloto), o CT Jorge Luiz Carvalho Barbosa e o Cabo Valtérlio Mendonça da Cruz.

 

Entre 16 e 19 de outubro, esteve em Santos-SP integrando GT com as F Defensora - F 41, Constituição - F 42 e União - F 45 e o S Bahia - S 12.

 

1993

 

Em março, participou da Operação TROPICALEX-I/93, junto com o NDD Rio de Janeiro - G 31, as F Niterói - F 40, Constituição - F 42, Independência - F 44 e União - F 45, CT Marcilio Dias - D 25, Mariz e Barros - D 26, Pará - D 27 e Paraíba - D 28, Cv Jaceguai - V 31, S Humaitá - S 20 e o NT Alte. Gastão Motta - G 23.

 

Entre 30 de julho e 2 de agosto, esteve em Santos, formando um GT junto com as F Defensora - F 41, Constituição - F 42 e Liberal - F 43 e o S Riachuelo - S 22.

 

Entre 12 e 15 de novembro, esteve em Santos-SP junto com as F Defensora – F 41, Constituição – F 42 e União – F 45.

 

Em novembro participou da Operação DRAGÃO XXIX junto com o NDD Rio de Janeiro, o NDCC Duque de Caxias e outros navios da Esquadra.

 

Entre 11 e 14 de dezembro, esteve em Santos junto com o NDD Rio de Janeiro e o NDCC Duque de Caxias, onde participou das comemorações da Semana da Marinha.

 

1994

 

Em janeiro, participou do Grupo-Tarefa, comandado pelo Comandante da Força de Contratorpedeiros, CA Alberto Annarumma Júnior, que realizou a Operação ASPIRANTEX NORTE/94, do qual também participaram o NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), F Constituição - F 42, os CT Pará - D 27 e Mariz e Barros - D 26, o NT Almirante Gastão Motta - G 23 e o S Riachuelo - S 22. Foram visitados os portos de Salvador-BA e Praia Mole-ES.

 

No inicio de março, esteve no Sudoeste Africano, representando a Marinha do Brasil, na passagem do controle do porto de Walvis Bay, da África do Sul para Republica da Namíbia. O navio foi visitado pelo Presidente da Namíbia, Sam Nujama e foi palco da assinatura de um acordo de Cooperação Naval entre o Brasil e a nação africana.

 

Em julho, realizou exercício na área marítima entre o Rio de Janeiro e São Paulo, integrando, um GT composto também pela Cv Jaceguai - V 31, o CT Pernambuco - D 30 e o NTrT Ary Parreiras - G 21. Acompanharam a operação o ComenCh, VA Sérgio Florêncio Chagasteles, o CEMA, VA Ricardo Antônio da Veiga Cabral e o ComForAp, CA Ayrton Ronaldo Longo. Entre os dias 22 e 27 foi visitado o porto de Santos-SP.

 

Entre 9 e 21 de setembro, participou, junto com o CT Pará - D 27 e o NT Almirante Gastão Motta - G 23, da Operação UNITAS XXXV, realizada em águas argentinas. Também participaram desse exercício pela Armada Argentina o CT ARA Hercules - D 1, a F ARA Heroina - D 12, Cv ARA Espora - F 41, Cv ARA Spiro - F 43, NDCC ARA Cabo San Antonio - Q 42 e o NAux ARA Tenente Olivieri - A 2, pela Armada Espanhola as Cv SMS Infanta Elena - F 33 e SMS Infanta Cristina - F 34, e pela Marinha dos EUA o CT USS Stump - DD 978 e as F USS McInerney - FFG 8 e USS Samuel B. Roberts - FFG 58. Foram visitados os portos de Montevideo (Uruguai), Buenos Aires, Puerto Belgrano e Ushuaia (Argentina). A Niterói, foi o primeiro navio de guerra brasileiro a atracar em Ushuaia. Ao final da operação, os navios suspenderam de Ushuaia sob intensa precipitação de neve.

 

Essa foi sua quinta viagem ao exterior e foram visitados os portos de Fortaleza-CE, San Juan e Roosevelt Roods (Porto Rico), Recife-PE e Montevideo (Uruguai).

 

Em 12 de dezembro, fundeou em frente ao Arsenal de Marinha, recebendo um escaler, conduzido por 11 Segundos-Tenentes, que trazia do cais do 1º Distrito Naval as as urnas com os restos mortais do Marques de Tamandaré e de sua esposa, a Sra. Maria Eufrásia Marques Lisboa. Após serem saudadas por uma salva de 19 tiros, as urnas, foram embarcadas na Niterói, navio encarregado de realizar o translado para Rio Grande. A fragata demandou a saída da Baia da Guanabara, liderando um desfile Naval realizado pela Fragata Independência - F 44, Contratorpedeiros Pará - D 27, Sergipe - D 35 e Espírito Santo - D 38 e a Corveta Inhaúma - V 30, que formavam a Força-Tarefa Tamandaré, que cruzou a orla próxima de Copacabana e Ipanema. No período de 12 a 15 de dezembro, a Niterói demandou os portos de Santos-SP, Paranaguá-PR e Itajaí-SC, havendo em todos eles uma cerimônia cívico-militar, seguida de vigília publica em homenagem ao Patrono da Marinha.

 

Em 16 de dezembro, a Niterói posicionou-se ao largo de São Jose do Norte-RS, e as urnas foram transladadas para aquela cidade, por helicóptero, onde foi realizado cortejo e missa. Ao final as urnas retornaram ao navio, que seguiu para Rio Grande, onde as 16:30h do mesmo dia foram desembarcadas pela ultima vez, ficando a partir dai no Mausoléu erigido em sua homenagem.

 

1995

 

Em janeiro, participou da Comissão ASPIRANTEX/95, integrando uma Força-Tarefa composta pelo NAeL Minas Gerais - A 11, F Niterói - F 40, Defensora - F 41, Liberal - F 43, Independência - F 44, CT Pará - D 27, Paraíba - D 28, Rio Grande do Norte - D 37 e Espirito Santo - D 38 e o NO Belmonte - G 24, tendo visitado os portos de Santos-SP (13 a 16/01) e Vitória-ES.

 

Em maio realizou exercicios de Guerra A/S junto com a Cv Júlio de Noronha - V 32 e o S Tupi - S 30. Esteve em Santos de 5 a 8 de maio.

 

Em junho, participou da Operação ADEREX I/95, junto com as F Constituição - F 42 e Independência - F 44, tendo visitado o porto de Santos-SP entre os dias 23 e 26.

 

Em julho, em viagem à Republica Argentina o Presidente Fernando Henrique Cardoso foi recebido a bordo da Niterói, que se encontrava no porto de Buenos Aires.

 

Em setembro participou de exercícios da Esquadra, sob o comando do ComemCh, VA Carlos Edmundo de Lacerda Freire, do qual tomaram parte o NAeL Minas Gerais – A 11 os CT Mariz e Barros – D 26, Pará – D 27, Paraíba – D 28 e Paraná – D 29, F Niterói – F 40, Liberal – F 43, Independência – F 44 e União – F 45, Cv Inhaúma – V 30 e Jaceguai – V 31, S Humaitá – S 20 e Riachuelo – S 22, NT Marajó – G 27 e o NA Trindade – U 16. Esteve em Santos entre os dias 15 e 18.

 

1996

 

Em 4 de março, foi criado o Comando do 1º Esquadrão de Fragatas (ComEsqdF-1) da Força de Superfície, ao qual passou a ser subordinada.

 

Em março, realizou adestramento no ambito da Esquadra com as F Constituição - F 42 e Liberal - F 43, os CT Paraná - D 29 e Mariz e Barros - D 26, as Cv Júlio de Noronha - V 32 e Frontin - V 33 e os S Tupí - S 30 e Tamoio - S 31. Visitou o porto de Santos-SP de 8 a 11/03.

 

Entre 22 e 29 de julho, participou da Operação ADEREX II/96, junto com as F Liberal - F 43 e União - F 45, o CT Mariz e Barros - D 26 e a Cv Frontin - V 33, sob o comando da 2ª Divisão da Esquadra. Visitou o porto de Santos entre os dias 26 e 29.

 

Em 14 de setembro e 16 de outubro, formando Grupo-Tarefa com a União - F 45, participou da comissão ÁFRICA-96, realizando exercício PASSEX com unidades da Marinha da África do Sul, incluindo o NaPaRa SAS P.W. Botha - P 1562. Foram visitados os portos de Capetown (África do Sul) e Walvis Bay (Namíbia), sendo navegadas 7.526 milhas náuticas e feitos 26 dias de mar.

 

Em 20 de novembro, completou 20 anos de sua incorporação a Armada, tendo atingido até essa ocasião as marcas de 1.587 dias de mar e 374.853,7 milhas navegadas.

 

1997

 

Entre 15 e 19 de setembro, participou de exercícios combinados na âmbito da 1ª Divisão da Esquadra (Com1ªDiv), sob o comando do Contra-Almirante Rayder Alencar da Silveira, na área Rio-Vitória, com a F Liberal - F 43, o CT Paraná - D 29 e mais um da classe Pará, o S Tamoio - S 31 e o NT Almirante Gastão Motta - G 23.

 

1998

 

Em 25 de junho, recebeu do Comando do Controle Naval do Tráfego Marítimo – COMCONTRAM, o Prêmio "Contato-CNTM/1º Esquadrão de Fragatas", relativo ao ano de 1997.

 

2000

 

Em fevereiro, foi submetida a vistoria de Segurança de Aviação, pelo Serviço de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Marinha (SIPAAerM).

 

Participou da Operação TROPICALEX/APRESTEX 00, realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e Natal, integrando a FT 803, formada pela 2ª Divisão da Esquadra, sob o Comando do ComemCh. Também integravam a FT 803, as F Defensora - F 41, Greenhalgh - F 46, Rademaker - F 49; NDD Rio de Janeiro - G 31; Cv Jaceguai - V 31; CT Paraná - D 29 e os NT Marajó - G 27 e Almirante Gastão Motta - G 23. O S Timbira - S 32, navios do 1º, 2º e 3º DN e aeronaves da FAB apoiaram a Operação. Foram visitados os portos de Salvador-BA, Recife-PE, Cabedelo-PB, Natal-RN e Maceió-AL.

 

Entre 20 de junho e 6 de julho, participou das operações ADEFASEX III/IV e ADEREX III/00, na área marítima entre o Espírito Santo e São Paulo. Além da Niterói, integravam o GT sob o comando do CA Luiz Sérgio Oneto Araújo (ComDivE2), participaram as F Greenhalgh - F 46 (capitânia), Independência - F 44, União - F 45, Rademaker - F 49, CT Paraná - D 29 e a Cv Júlio de Noronha - V 32. Também participaram, o S Tamoio - S 31, o NT Marajó - G 27 e aeronaves da FAB. Foram visitados os portos de Santos-SP e Vitória-ES.

 

Em 31 de dezembro, chegou ao Rio de Janeiro, trazendo a "Chama do Conhecimento Português", entregue em 11 de dezembro pela Marinha Portuguesa à Marinha do Brasil como parte das comemorações do V Centenário do Descobrimento do Brasil.

 

Recebeu do Comando do Controle Naval do Tráfego Marítimo – COMCONTRAM, o Prêmio "Contato-CNTM/Esquadra-1º Esquadrão de Escoltas", relativo ao ano de 1999.

 

2001

 

Em 31 de janeiro, passou a subordinação do Comando do 1º Esquadrão de Escolta (ComEsqdE-1), criado pelo Decreto n.º 3682 de 06/12/2000, o mesmo que extinguiu o ComEsqdF-1.

 

Entre 5 e 15 de março, participou da Operação ADEREX II/01, realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e São Paulo, acompanhada da F Bosísio - F 48, Rademaker - F 49, CT Pernambuco - D 30, Cv Frontin - V 33, NT Almirante Gastão Motta - G 23 e do S Timbira - S 32. Esses navios integravam o GT 803.1, sob o comando do Com1ªDivE, CA Reginaldo Gomes Garcia dos Reis. Foi visitado o porto de Santos-SP. Também participaram da Operação, o RbAM Triunfo - R 23 e os NPa Gurupí - P 47 e Gurupá - P 46.

 

Em 27 de abril, partiu do Rio de Janeiro em companhia do NAe São Paulo – A 12 e da F Rademaker – F 49 na chamada Operação INCORPOREX, realizando a travessia até Santos, onde na manhã do dia 28 foi realizada a transferência de subordinação do NAe São Paulo, da Diretoria Geral de Material da Marinha (DGMM) para o Comando de Operações Navais (ComOpNav).

 

A Fragata Niterói e a Rademaker - F 49, atracadas em Santos em abril de 2001 durante a Operação INCORPOREX. (foto: Alexandre Macedo) A maquete da Niterói. (foto: Alexandre Macedo) A passadiço da Niterói. (foto: Alexandre Macedo) A passadiço da Niterói. (foto: Alexandre Macedo)

O canhão Vickers Mk 8 de 4.5 polegadas (114 mm) da Niterói. (foto: Alexandre Macedo) O lançador de foguetes A/S Boroc de 375 mm da Niterói. (foto: Alexandre Macedo) Um lançador de mísseis Superfície-Superfície Exocet MM-40. Esses mísseis foram instalados na Niterói e nas suas três irmãs A/S no final dos anos 80. (foto: Alexandre Macedo) Chaminé da Niterói mostrando o brasão em detalhes. (foto: Alexandre Macedo)

Tubo de torpedos STWS Mk 1 de 324 mm de boreste da Niterói. (foto: Alexandre Macedo) A Niterói deixando Santos em abril de 2001, durante a Operação INCORPOREX. (foto: André Luis Augusto da Silva)

 

Recebeu o Prêmio Contato CNTM/2000 Esquadra/1º EsqdE, do Comando do Controle Naval do Tráfego Marítimo – COMCONTRAM, relativo ao período 1º de maio de 2000 a 30 de abril de 2001.

 

Entre 11 e 20 de setembro, participou da Operação ADEREX IV/01, realizada ao largo do litoral do Rio - São Paulo - Espírito Santo, integrando o GT 809.2 sob o comando do Com1ªDivE, CA Marcos Martins Torres. Os outros navios que participaram da ADEREX IV/01, foram as F União - F 45 e Rademaker - F 49, o CT Pernambuco - D 30, as Cv Inhaúma - V 30 e Julio de Noronha - V 32, o S Timbira - S 32 e o NT Alte. Gastão Motta - G 23. Foi visitado o porto de Vitória-ES.

 

Entre 10 e 23 de outubro, participou da comissão PASSEX-FRANÇA 01, na área compreendida entre Cabo Frio e Angra dos Reis, junto com a F Rademaker - F 49, o S Tamoio - S 31 e as F Primauguet – D 644 e Cv Commandant Birot – F 796, da Marinha Francesa, integrando um GT sob o comando do Comandante do 1º Esquadrão de Escoltas.

 

Entre 23 e 26 de outubro, realizou exercícios na área marítima entre o Rio de Janeiro e São Sebastião-SP, para avaliar o desempenho dos despistadores de mísseis do tipo Chaff. A ameaça do míssil, foi simulada por um caça AMX A 1 da FAB, equipado com o radar SCP-01. Participaram também desse exercício a F Bosísio - F 48 e a Cv Júlio de Noronha - V 32.

 

Em novembro, participou da Operação ADEREX V/01, realizada no trecho entre o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul, integrando o GT 811.1 sob o comando do Com1ªDivE, CA Marcos Martins Torres.

 

Em 20 de novembro, completou 25 anos de serviço tendo atingido a marca de 1950 dias de mar.

 

2002

 

No inicio de março, participou de uma Operação PASSEX, entre o Rio de Janeiro e Salvador, com a Fragata HMS Montrose - F 236 e o Navio Tanque RFA Grey Rover - A 260 da Royal Navy.

 

Entre 4 de março e 6 de abril, participou da Operação ATLASUR V, realizada em águas jurisdicionais da África do Sul. Além da Niterói, integravam o GT brasileiro a F Bosísio - F 48 e o NT Almirante Gastão Motta - G 23. Participaram pela Armada Argentina as Corvetas ARA Spiro - F 43 e ARA Robinson - F 45, pela Armada do Uruguai a ROU Montevideo 3, e pela Marinha da África do Sul, duas Lanchas Rápidas de Patrulha, classe Warrior, um Submarino classe Daphne e NApLog SAS Drakensberg - A 301. O GT brasileiro retornou ao Rio em 14 de abril.

 

Ainda em abril, participou de uma fase da Operação ADEREX II/02, realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e São Paulo, não tendo visitado porto fora do Rio de Janeiro.

 

Recebeu do Comando do Controle Naval do Tráfego Marítimo – COMCONTRAM, em cerimônia presidida pelo Comandante de Operações Navais, Almirante-de-Esquadra Roberto de Guimarães Carvalho, o Prêmio "Contato-CNTM/1º Esquadrão de Escolta", relativo ao período maio de 2001-abril 2002.

 

Entre 10 e 20 de setembro, realizou Operação TEMPEREX-I/02 no trecho Rio-Santos, integrando a Força-Tarefa 809 comandada pelo Vice-Almirante Euclides Duncan Janot de Mattos, ComenCh. A FT-809 era integrada pelo NAe São Paulo – A 12, pelas F Constituição – F 42, União – F 45, Dodsworth – F 47, Rademaker – F 49, CT Pernambuco – D 30 e os NT Marajó – G 27 e Almirante Gastão Motta – G 23.

 

Em dezembro, iniciou os trabalhos do Programa de Modernização - ModFrag.

 

2004

 

Entre 16 e 19 de janeiro, esteve em visita ao porto de Santos-SP.

 

Em junho, faltavam ser realizados os Testes de Integração, Testes de Aceitação no Porto, Testes de Aceitação no Mar, Testes de Aceitação de Sistemas de Combate, além da instalação do Sistema de Dados Táticos, Lançadores SLDM Chaff e alguns outros sistemas. A previsão para o termino dos trabalhos era então julho de 2005.

 

Em outubro, realizou comissão para cumprir o PAD-CIASA, contando com o apoio do CT Pará - D 27.

 

2005

 

Em 16 de outubro, participou da Parada Naval ao longo da orla do Rio de Janeiro, como parte das comemorações dos 183 anos da criação da Esquadra brasileira, junto com a F Rademaker – F 49, Bosísio – F 48, Defensora – F 41, Liberal – F 43 e Independência – F 44, as Cv Jaceguai – V 31, Júlio de Noronha – V 32, Frontin – V 33, e o CT Pará – D 27, além de vários helicópteros da ForAerNav.

 

Em 8 de dezembro, retornou ao setor operativo, sendo entregue a Esquadra.

 

Entre os dias 10 e 12 de dezembro, esteve em Santos-SP, acompanhado da F Defensora - F 41.

 

Em dezembro, participou da Operação Combinada LEÃO II, realizada na área entre o Rio de Janeiro e o Espírito Santo, com unidades do Exercito e da Força Aérea, integrando uma Força-Tarefa composta também pelos NDD Ceará - G 30 e Rio de Janeiro - G 31, NDCC Mattoso Maia - G 28, NTrT Ary Parreiras - G 21, F Independência - F 44 Defensora - F 41, NE Brasil - U 27, Cv Jaceguai - V 31, RbAM Almirante Guillobel - R 25 e o NPa Gurupi - P 47, além de duas EDCG e diversas embarcações de desembarque. Participaram ainda uma UAnf do CFN e várias aeronaves da ForAerNav.

 

Em 12 de dezembro, recebeu o Troféu "Operativo Uno-Lima", em cerimônia presidida pelo ComenCh, AE Aurélio Ribeiro da Silva Filho, pelo desempenho nos adestramentos de operações navais na guerra anti-submarino.

 

2006

 

Entre 16 de janeiro e 2 de fevereiro, participou da Operação ASPIRANTEX-06, sob comando do CA Sérgio Antonio da Conceição Freitas, Comandante da 1ª Divisão da Esquadra, e foi realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e a Bahia. Primeiro grande exercício da Esquadra no ano, foi mais uma vez realizado com o intuito de manter o aprestamento das forças navais e proporcionar treinamento no mar para aspirantes da Escola Naval e dos oficiais-alunos da Escola de Formação de Oficiais da Marinha Mercante. Também fizeram parte do Grupo-Tarefa as F Defensora – F 41 e Rademaker – F 49; a Cv Jaceguai – V 31; o NDD Rio de Janeiro – G 31; o NDCC Mattoso Maia – G 28; o NTrT Ary Parreiras – G 21; o NT Marajó – G 27; os S Tamoio – S 31 e Tupi – S 30; e diversas aeronaves da ForAerNav. Além dos meios da Esquadra, participaram, também, o RbAM Tridente – R 22 e o NPa Guaporé – P 45, ambos do 1º Distrito Naval, e aeronaves P-95A Bandeirulha do 4º/7º GAv e A-1 AMX do 1º/16º GAv, da Força Aérea Brasileira. Os navios estiveram nos portos de Salvador-BA, entre 20 e 24 de janeiro, e em Vitória-ES, de 27 a 30 de janeiro.

 

Entre 15 e 23 de março, participou da Operação ADEREX-I/06 em Grupo-Tarefa sob o comando do ComemCh, VA Álvaro Luiz Pinto e a coordenação do ComDiv2. O GT foi formado pelas F Independência – F 44 e Bosisio – F 48, CT Pará – D 27, Cv Jaceguai – V 31 e Frontin – V 33, e o NT Marajó – G 27. Também participaram da comissão o S Tupi – S 30, como força de oposição (OPFOR), o RbAM Tridente – R 22, e aeronaves da ForAerNav e da FAB, além de um destacamento do GRUMEC. Foi visitado o porto de Vitória-ES.

 

Participou da OperaçãoTROPICALEX-I/06, realizada no período de 1º de maio a 1º de junho ao longo do litoral das regiões Nordeste e Sudeste, integrando o Grupo-Tarefa 705.1 composto pelas F Bosisio - F 48, Greenhalgh - F 46, Rademaker - F 49 e Independência - F 44; Cv Jaceguai - V 31 e Frontin - V 33; CT Pará - D 27; NT Marajó - G 27 e Almirante Gastão Motta - G 23; NDD Rio de Janeiro - G 31; NDCC Mattoso Maia - G 28 e os S Tamoio - S 31 e Tapajó - S 33. A operação contou com o apoio do NSS Felinto Perry - K 11 e com a participação dos seguintes navios distritais: RbAM Tridente - R 22 e NPa Gurupi - P 47 do 1º DN; Cv Caboclo - V 19, NPa Guaratuba - P 50 e Gravataí - P 51 e NV Atalaia - M 17, Araçatuba - M 18, Abrolhos - M 19 e Albardão - M 20, do 2º DN e o RbAM Trindade - R 26 e os NPa Grajaú - P 40, Goiana - P 43 e Graúna - P 42 do 3º DN. Também participaram aeronaves da ForAerNav e da FAB. Visitou o porto de Fortaleza-CE.

 

Depois de participar da primeira fase da Operação TROPICALEX 06, foi destacada em 17 de maio em Fortaleza-CE, junto com o Grupo-Tarefa 705.2 formado pelo NDD Rio de Janeiro – G 31 (capitânia), NDCC Mattoso Maia – G 28, F Independência – F 44 e o NT Almirante Gastão Motta – G 23 para realizar a Operação HAITI III. Durante a travessia de 13 dias, foram realizados, diversos exercícios com os demais navios do Grupo-Tarefa. No dia 29, o NT Almirante Gastão Motta, se destacou do GT e seguiu para Santo Domingo (Republica Dominicana), e os demais navios, incluindo a Niterói, fundearam ao largo de Port-au-Prince (Haiti) em 30 de maio.

 

No dia 31 de maio, o Mattoso Maia atracou no porto para realizar a troca do contingente de fuzileiros navais, com o Rio de Janeiro permanecendo ao largo. Já a Niterói e a Independência, seguiram para San Juan (Puerto Rico). No dia 7 de junho, foi iniciado o retorno, tendo os navios do GT realizado escala em Curacao (11/06), Belém-PA e Maceió-AL. O GT chegou de volta ao Rio de Janeiro em 8 de julho.

 

Entre 31 de julho e 17 de agosto, participou da Operação ADEREX-II/06, que se realizou na área marítima entre São Paulo e o Espírito Santo, integrando Grupo-Tarefa composta também pelas F Constituição – F 42, Independência – F 44, Rademaker – F 49, CT Pará – D 27, Cv Frontin – V 33, NSS Felinto Perry – K 11 e o S Tapajó – S 33. A comissão foi acompanhada pelo Comandante-em-Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Álvaro Luiz Pinto, o Chefe do Estado-Maior da Esquadra, Contra-Almirante João Arthur do Carmo Hildebrandt, o Comandante da 1ª Divisão da Esquadra, Contra-Almirante Francisco Antônio de Magalhães Laranjeira e o Comandante da 2ª Divisão da Esquadra, Contra-Almirante Rodrigo Otávio Fernandes de Hônkis, também Comandante do Grupo-Tarefa.

 

Em Santos com a Constituição e outros navios. (foto: Guilherme Secatto - NGB)

 

Foram visitados os portos de Santos-SP, entre os dias 04 e 07/08, com exceção da Frontin e do Tapajó, e Vitória-ES , entre os dias 11 e 14/08.

 

2007

 

A Niterói, entrando em Santos-SP no inicio da tarde de 25 de julho de 2007. (foto: NGB - Bruno Pricoli)

 

Em agosto, participou da Operação VENBRAS 07, realizada nas águas entre o Espírito Santos e o Rio de Janeiro, junto com a F Bosisio - F 48 e o NT Almirante Gastão Motta - G 23, além da F ARV Almirante Brion - F 22 e o NT ARV Ciudad Bolívar - T 81 da Marinha Venezuelana. Foi visitado o porto de Vitória.

 

Em 8 de outubro, o MinDef, Nelson Jobim, visitou o Complexo Naval de Mocangue e a F Niterói, entre outras OM localizadas naquela instalação, acompanhado do ComM, AE Julio Soares de Moura Neto e do ComemCh, VA. João Afonso Prado Maia de Faria.

 

Entre 15 e 22 de outubro participou da Operação TORPEDEX/07, que foi realizada na aérea marítima compreendida entre o Rio de Janeiro e Santos, integrando um Grupo-Tarefa, comandado pelo Comandante a Força de Superficie, CA Wilson Barbosa Guerra, formado pelas Fragatas Niterói - F 40, Bosisio - F 48 e Rademaker - F 49, Corveta Inhaúma - V 30 e Navio-Tanque Almirante Gastão Motta - G 23. Foram executados diversos exercícios e manobras, entre elas: faina de reboque; lançamento e recolhimento de três torpedos de exercício; transferência de óleo no mar e realização de exercício de guerra anti-submarino, com a participação do Submarino Tupi - S 30. Entre 18 e 21 de outubro, esteve no porto de Santos-SP.

 

A Niterói deixando o porto de Santos em 21 de outubro de 2007. (foto: Rafael Viva) A Niterói deixando o porto de Santos em 21 de outubro de 2007. (foto: Rafael Viva)

 

Em novembro, realizou comissão ao exterior, participando, em Lisboa, das comemorações do bicentenário da partida da Família Real para o Brasil, um dos grandes marcos da historia em comum de Portugal e do Brasil. Além de Lisboa, visitou Funchal (Ilha da Madeira), onde chegou em 1º de dezembro.

 

2008

 

Entre 14 e 27 de janeiro tomou parte da Operação ASPIRANTEX-08, sob o comando da 2ª Divisão da Esquadra, integrando o Grupo-Tarefa (GT) 700.1, composto pelas F Niterói, Independência, Rademaker, Greenhalgh e Defensora, o  NDD Rio de Janeiro e o NT Almirante Gastão Motta. Foram visitados os portos de Salvador e Vitória. A Operação também contou com a participação da F Liberal, da Cv Júlio de Noronha, dos S Tupi, Tamoio e Tikuna, do RbAM Tridente, do NPa Gurupi e do NV Atalaia.

 

Entre 18 e 23 de janeiro, esteve em Salvador-BA, onde participou das comemorações dos 200 Anos da Chegada da Família Real ao Brasil, inclusive participando da Parada Naval em Salvador, no dia 22, junto com as F Greenhalgh - F 46, Rademaker - F 49, Defensora - F 41, Liberal - F 43, NT Almirante Gastão Motta - G 23, NV Cisne Branco - U 20, RbAM Triunfo - R 23, NPa Gravataí - P 51 e os Aratu - M 15, Anhatomirim - M 16 e Albardão - M 20. O evento contou com a participação do Governador do Estado da Bahia, Jaques Wagner, do Comandante de Operações Navais, Almirante-de-Esquadra Aurélio Ribeiro da Silva Filho e do Comandante do 2º Distrito Naval, Vice-Almirante Fernando Eduardo Studart Wiemer, entre outras autoridades civis e militares.

 

Na pernada de regresso, com a presença do Comandante-em-Chefe da Esquadra, o GT fundeou na baía da Ilha Grande, nas proximidades do Colégio Naval e em 27 de janeiro, participou do Desfile Naval, realizado de fronte a orla do Rio de Janeiro, comemorativo ao Bicentenário da Abertura dos Portos às Nações Amigas, junto com as F Defensora - F 41, Liberal - F 43, Independência - F 44, Greenhalgh - F 46 e Rademaker - F 49, NT Alte. Gastão Motta - G 23, RbAM Tridente - R 22, NPa Gurupi - P 47, NDCC Mattoso Maia - G 28, NHi Sirius - H 21, NHO Taurus - H 36 e o S Timbira - S 32, além do Navio Tanque "Pirajuí", da PETROBRAS, representando a Marinha Mercante.

 

Entre 21 de abril e 2 de maio, participou da Fase Atlântica da Operação UNITAS XLIX/08, realizado no litoral do Rio de Janeiro. O Grupo-Tarefa brasileiro, sob o comando do CA José Aloysio de Melo Pinto, foi formado pelas F Niterói - F 40, Greenhalgh - F 46 e Bosisio - F 48 e o S Tupi - S 30, Participaram pela Marinha dos EUA, sob o Comando do CA (USN) Phillip Cullom, o NAeN USS George Washington - CVN 73, que estava em transito, quando de sua transferência da Base Naval de Norfolk para Yokosuka no Japão, o CT USS Farragut - DDG 99, a F Kauffman - FFG 59 e o Cutter USCGC Northland - WMEC 904. Pela Armada Argentina, sob o comando do CMG (ARA) Álvaro M Gonzáles Lonziene, participaram a F ARA Almirante Brown - D 10, a Cv ARA Gómez Roca - F 46, e o NT ARA Patagonia - B 1 e o S ARA Salta - S 31.

 

Entre 21 e 29 de julho, participou da Operação ADEREX-I/08, realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e São Paulo. Também participaram da comissão as F Independência - F 44 (capitania), Bosisio - F 48 e Rademaker - F 49, as Cv Inhaúma - V 30 e Frontin - V 33, NT Almirante Gastão Motta - G 23, NDCC Mattoso Maia - G 28 e o S Tamoio - S 31. Foi visitado o porto de Santos-SP.

 

A Niterói atracada em Santos, a contrabordo da Fragata Independência, por ocasião da Operação ADEREX-I/2008. (foto: NGB - Bruno Pricoli - 26/07/2008) Mastro de vante da Niterói depois do ModFrag. (foto: Priscilla Correa, 27/07/2008, via José Henrique Mendes)

 

No retorno ao Rio de Janeiro, no dia 29 de julho, após a Operação ADEREX-I/2008, participou de um desfile naval pela orla do Rio de Janeiro junto com às F Independência e Rademaker, as Cv Inhaúma e Frontin e o NT Almirante Gastão Motta.

 

2009

 

No período de 8 a 31 de janeiro de 2009, participou da Operação ASPIRANTEX-09, realizada na área marítima compreendida entre o Rio de Janeiro e Fortaleza, que contou com a participação das F Niterói - F 40, Defensora - F 41 e Liberal - F 43, das Cv Inhaúma – V 30 e Jaceguai – V 31, do NDD Rio de Janeiro - G 31, do NTrT Ary Parreiras - G 21. Foram visitados os portos de Fortaleza-CE e Salvador-BA.

 

A Niterói participando da Operação ASPIRANTEX-09, realizada em janeiro de 2009 no nordeste brasileiro. (foto: CMG Calmon Bahia)

 

O tradicional sino de portaló da Fragata Niterói. (foto: ? )

 

Recebeu o Prêmio "Contato-CNTM/1º Esquadrão de Escolta", relativo ao período de 1º de maio de 2008 a 30 de abril de 2009.

 

2010

 

No período de 12 a 30 de janeiro participou da Operação ASPIRANTEX-10, na área marítima compreendida entre o Rio de Janeiro-RJ e Natal-RN, integrando um Grupo-Tarefa sob o comando do CA César Sidonio Daiha Moreira de Souza formado pelas F Niterói – F 40, Constituição – F 42 e Independência – F 44, pelo NDCC Almirante Sabóia – G 25, pelo NT Almirante Gastão Motta – G 23 e pelos S. Tupi – S 30 e Tikuna – S 34.

 

Durante a travessia o GT operou em conjunto com meios dos Distritos Navais entre eles o NPa Gurupá – P 46 do 1ºDN, os NPa Guaratuba – P 50 e Gravataí – P 51 e os NV Abrolhos – M 19 e Albardão – M 20 do 2º DN, e os NPa Guaíba – P 41 e Goiana – P 43 do 3º DN, além de contar com o apoio de oito aeronaves da ForAerNav, sendo dois AH-11A Super Lynx, dois UH-12/13 Esquilo, um  SH-3A Sea King, um UH-14 Super Puma e dois AF-1A Skyhawk, além de um P-95 Bandeirante Patrulha da FAB.

 

E a operação foi acompanhada pelo Comandante-em-Chefe da Esquadra, VA Eduardo Monteiro Lopes, acompanhado do Comandante da Escola Naval, CA Antonio Fernando Monteiro Dias, do Comandante do Centro de Instrução Almirante Graça Aranha, CA José Carlos Mathias, e do Chefe do Estado-Maior da Esquadra, CA Paulo Mauricio Farias Alves.

 

Estiveram embarcados na Comissão 116 Aspirantes da Escola Naval e 199 alunos e alunas da Escola de Formação de Oficiais da Marinha Mercante, do Centro de Instrução Almirante Graça Aranha, os quais tiveram seu primeiro contato com o mar a bordo dos navios da Esquadra. Os portos visitados foram os de Salvador-BA, Recife-PE, Cabedelo-PB e Natal-RN.

 

Em 29 de janeiro coordenou a operação de uma aeronave Super Puma e um Lynx na busca aos tripulantes do B/P "Vicente II", que afundou depois de ser abalroado por um mercante a cerca de 40 milhas ao sul de Cabo Frio.

 

Entre 1º e 3 de março, participou da Operação PASSEX 2010-CARL VINSON, dentro da SOUTHERN SEAS 2010, integrando o GT 138.0 composto também pelas Fragatas Constituição e Independência e o Submarino Tikuna, realizada em conjunto com o NAeN USS Carl Vinson - CVN 70 e o Cruzador USS Bunker Hill - CG 52 ao largo do Rio de Janeiro. Os navios norte-americanos estavam realizando a travessia de Mayport (Florida) para San Diego (Califórnia). O GT 138.0 tinha como capitânea a Independência onde estava embarcado o ComDiv1, CA Cesar Sidonio Daiha Moreira de Souza.

 

Navegando em formação com o Carl Vinson, o Bunker Hill, a Constituição e a Independência durante a Operação PASSEX 2010-CARL VINSON ao largo do Rio de Janeiro. (foto: U.S. Navy)

 

Na manhã de 4 de março, participou junto com as F Constituição e Independência, a Cv Jaceguai, NHi Antares, NT Alte. Gastão Motta, RbAM Alte Guilhobel e os S Timbira, Tapajó e Tikuna, de uma Parada Naval no Rio de Janeiro, por ocasião da despedida do serviço ativo na Marinha do VA Álvaro Luiz Pinto (CEMA) e que contou com a presença do VA Eduardo Monteiro Lopes (ComemCh), ambos a bordo da F Liberal.

 

Na Parada Naval de 4 de março de 2010. (foto: Guilherme Wiltgen - Poder Naval)

 

Na manhã de 4 de maio, encalhou num banco de areia entre a Prainha e a Ilha do Farol de Cabo Frio, num local conhecido como Baixio da Coroa, onde fazia manobras, próximo ao porto de Arraial do Cabo. Por volta das 10h30m, o AHTS "Yvan Barreto", da Delba Marítima, que presta serviços a Petrobras, tentou desencalhar a fragata, mas não conseguiu. O Comando de Operações Navais, então, deslocou o RbAM Almirante Guillobel, do 1ºDN, para o local, que fica a cem metros da costa, na Reservar Extrativista de Arraial do Cabo. Por volta das 14h, um helicóptero da Marinha começou a resgatar técnicos que estavam a bordo da fragata. A fragata estava na Enseada do Forno para embarcar uma equipe de especialistas do Centro de Armas da Marinha. Eles iriam realizar testes operacionais específicos de alinhamento dos sistemas de bordo. Sofreu danos no domo do sonar, estabilizadores e nos eixos dos hélices.

 

Em virtude das ávarias sofridas a Niterói teve sua comissão ao exterior cancelada. O navio estava programado para participar das comemorações dos 100 anos da Marinha do Canadá.

 

A Niterói e o AHTS "Yvan Barreto" na cena do incidente de 4 de maio de 2010. (foto: ?, via Poder Naval Online)

 

Entre 13 e 27 de setembro, participou da operação IBSAMAR 2010 que foi realizada em águas sul africanas junto com as Marinhas da África do Sul e da Índia. Pela marinha indiana participaram o CT INS Mysore - D 60, as F INS Tabar - F 44 e INS Ganga - F 22 e o NT INS Aditya - A 59, integrando o GT sob o comando do CA (IN) Ramakant Pattanayak. O GT sul aficano sob o comando do CA (SAN) "Rusty" Higgs foi formado pelas F SAS Amatola - F 145 e Spioenkop - F 147, a LAR SAS Galeshewe - P 1567, os S SAS Charlotte Maxeke - S 102 e SAS Queen Modjadji-I - S 103 e o NApLog SAS Drakensburg - A 301. Durante 15 dias foram realizados exercícios ASW, AAE, VBSS e de RAS. A edição 2010 foi coordenada pela Índia, a edição anterior realizada em 2008 pela África do Sul e a próxima esperada para 2013 será de responsabilidade do Brasil. A operação continuará a ser realizada em águas sul-africanas, pois fica a meio caminho tanto para os navios indianos como para os brasileiros. Foi visitada a Base Naval de Simon´s Town (África do Sul).

 

A Niterói fotografada da proa da fragata indiana INS Tabar – F 44, quando estavam atracadas em Simonstown (África do Sul) durante a Operação INSAMAR 2010. (foto: IndianDefence.com) A Niterói atracada a contrabordo da fragata indiana INS Tabar – F 44 em Simonstown (África do Sul) durante a Operação INSAMAR 2010. (foto: IndianDefence.com) A Niterói atracada a contrabordo da fragata indiana INS Tabar – F 44 em Simonstown (África do Sul) durante a Operação INSAMAR 2010. (foto: IndianDefence.com)

 

Entre 27 de outubro e 3 de novembro, esteve em Santos. Realizou breves saidas ao mar no dia 28, quando deu a largada da 60ª Edição da Regata Santos-Rio no dia 29

 

A Niterói entrando em Santos na tarde de 27 de outubro de 2010. (foto: Silvio Roberto Smera)

 

Tomou parte na Operação ADEREX-II/2010 que foi realizada no período de 16 a 25 de novembro na área marítima compreendida entre o Rio de Janeiro e Santos. O Grupo-Tarefa foi constituído pelas F Niterói – F 40, Constituição – F 42, Independência – F 44 e Bosisio – F 48; Cv Jaceguai – V 31 e Frontin – V 33; NT Almirante Gastão Motta – G 23; NDD Rio de Janeiro – G 31; e NDCC Almirante Sabóia – G 25. Participaram, ainda, os S Tamoio – S 31 e Timbira – S 32; embarcações das Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e de São Paulo; helicópteros UH-12/13 Esquilo, AH-11A Super Lynx e SH-3 A/B Sea King; aviões de interceptação e ataque AF-1 Skyhawk; além de aviões de patrulha P-95 Bandeirulha e de ataque A-29 Super Tucano, da Força Aérea Brasileira (FAB). Foi visitado o porto de Santos entre os dias 19 e 22 de novembro.

 

Recebeu a estação tática do SISCOMIS, para comunicações por banda X e Ku.

 

2011

 

Participou da Operação ASPIRANTEX-2011, realizada entre 7 e 28 de janeiro no Sul, integrando o Grupo-Tarefa 701.1, sob o comando do CA Wagner Lopes de Moraes Zamith. Estavam embarcados nos navios do GT-701.1, 253 Aspirantes da Escola Naval, sendo 170 do segundo ano e 83 do terceiro. O GT era formado pelas F Niterói – F 40 (capitânia), Constituição – F 42 e Bosísio – F 48, Cv Frontin – V 33, NDCC Almirante Sabóia – G 25 e o NT Almirante Gastão Motta – G 23, apoiados por dois AH-11A Super Lynx (F 40 e F 42), um UH-12 e um UH-13 Esquilo (F 48 e V 33) e um UH-14 Super Puma (G 25). Prestaram apoio a operação os S Tamoio – S 31 e Timbira – S 32, além de meios Distritais e das Capitanias dos Portos, aeronaves AF-1 Skyhawk da ForAerNav e aeronaves da FAB. No dia 12 o GT foi dividido nas Unidades-Tarefa 701.1 que seguiu para Buenos Aires e Rio Grande e 701.2 que seguiu para Montevideo e Rio Grande, esse sob o comando do CA Edlander dos Santos. Foram visitados os portos de Buenos Aires (13 a 17/01) e Rio Grande (21 a 24/01).

 

Em 31 de janeiro recebeu a visita do Diretor do Estado-Maior Estratégico das Forças Armadas Canadenses, VA Robert Davidson, e sua comitiva, que foram recebidos pelo Comandante do 1º Esquadrão de Escolta, CMG Alexandre de Souza Grossi.

 

Visita do Vice-Almirante Robert Davidson, Diretor do Estado-Maior Estratégico das Forças Armadas Canadenses, em 31 de janeiro de 2011. (foto: CCSM)

 

Em 18 de março, chegou ao porto de Santos entrando as 07:00hs atracando no caís da CPSP e saindo novamente para o mar logo depois, as 09:45hs. Retornou as 15:30hs.

 

Entre 19 de abril e 9 e maio, participou da operação UNITAS LII realizada em águas brasileiras com unidades navais dos EUA, Argentina e México. A primeira fase ocorreu entre 19 e 26 de abril, na área marítima entre Salvador e Rio de Janeiro; e a segunda de 2 a 9 de maio, na área marítima entre o Rio de Janeiro e Rio Grande. O Grupo-Tarefa brasileiro foi formado pelas fragatas Niterói – F 40, Constituição – F 42, substituida pela Independencia - F 44 na segunda fase, e Bosisio – F 48, pelos submarinos Tamoio – S 31 e Tikuna – S 34 e pelo navio-tanque Almirante Gastão Motta – G 23, além de um helicóptero AH-11A Super Lynx e dois UH-12 Esquilo, já o GT norte-americano foi formado pelo contratorpedeiro USS Nitze – DDG 94, as fragatas USS Boone – FFG 28 e USS Thach – FFG 43 e o cutter da Guarda Costeira USCGC Escanaba – WMEC 907, o argentino pela fragata ARA Almirante Brown – D 10 e o mexicano pelo navio-patrulha oceânico ARM Baja California  - PO 162. Os navios brasileiros atracaram em Salvador na quinta-feira, dia 14 de abril e os estrangeiros no dia 15. O Contra-Almirante Edlander Santos, Comandante da 1ª Divisão da Esquadra, embarcado na Niterói, exerceu o comando do Grupo-Tarefa multinacional.

 

A Niterói fotografada em 3/4 de proa em Rio Grande em 8 de maio de 2011 durante a Operação UNITAS LII. (foto: Marcelo Vieira) A Niterói fotografada de perfil em Rio Grande em 8 de maio de 2011 durante a Operação UNITAS LII. (foto: Marcelo Vieira) Detalhe da proa da Niterói fotografada em Rio Grande em 8 de maio de 2011 durante a Operação UNITAS LII. (foto: Marcelo Vieira) Detalhe da meia nau da Niterói fotografada em Rio Grande em 8 de maio de 2011 durante a Operação UNITAS LII, com destaque para as antenas de comunicações por satélite, uma comercial e outra de uso exclusivo da Marinha. (foto: Marcelo Vieira)

Parte de popa da Niterói fotografada em Rio Grande em 8 de maio de 2011, com destaque para o lançador de mísseis Aspide, durante a Operação UNITAS LII. (foto: Marcelo Vieira) O espelho de popa da Niterói, onde originalmente era instalado o Sonar de Profundidade Variável, fotografada em Rio Grande em 8 de maio de 2011 durante a Operação UNITAS LII. (foto: Marcelo Vieira) A Niterói fotografada em 3/4 de popa em Rio Grande em 8 de maio de 2011 durante a Operação UNITAS LII. (foto: Marcelo Vieira)

 

Entre os dias 13 e 20 de maio, participou da Operação FRATERNO XXIX, realizada na área marítima entre Rio Grande e Mar del Plata, integrando o GT-101.2, formado pelas F Niterói – F 40 (capitania) e Bosisio – F 48 e o NT Almirante Gastão Motta – G 23, apoiados por um helicóptero UH-12 Esquilo e um AH-11A Super Lynx, sob o comando do CA Wagner Lopes de Moraes Zamith, Com2DivE. Já o GT-101.1 argentino era composto pela F ARA Almirante Brown – D 10 e pela Cv ARA Parker – F 44, apoiados por um helicóptero AS-555-SN Fennec, sob o comando do Capitan de Navio (ARA) Oswaldo Andres Vernazza. Em apoio a eventos específicos da Operação, também participaram a fragata ARA Sarandi – D 13, a Cv ARA Robinson – F 45 e aeronaves Beechcraft B-200M e Lockheead P-3B Orion.

 

De 1º a 3 de agosto, realizou a fase de mar  para a conclusão do Curso Especial de Controle Aéreo Tático, Turma I-2011, em apoio ao CAAML - Centro de Adestramento Almirante Marquês de Leão, localizado em Niterói. O curso é dividido em três fases: teórica, prática em simulador e prática a bordo. Na fase prática a bordo, os alunos realizaram diversas missões de controle tático com as aeronaves, dentre as quais destacam-se: o controle de aproximação e partida, ataques vetorados, planos aéreos, aproximações controladas, esclarecimentos e controle de helicóptero na cobertura.

 

No dia 7 de setembro participou do Desfile Naval em comemoracao a Indepedencia do Brasil, realizado entre a barra da Tijuca e a entrada da Baia da Guanabara, e do qual participaram o NAe São Paulo - A 12, as F Niterói – F 40 e Independência – F 44, a Cv Barroso – V 34, o NT Almirante Gastão Motta – G 23, o NHO Cruzeiro do Sul – H 38, os NPa Guajará – P 44 e Gurupá – P 46 e o S Tamoio – S 31.

 

Entre 23 e 26 de setembro esteve no porto de Vitória.

 

Em 6 de outubro suspendeu do Rio de Janeiro para participar da Operação TROPICALEX-2011, realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e Natal, integrando a Força-Tarefa 710.1, sob o comando do ComemCh, VA Wilson Barbosa Guerra. A FT-710.1 foi formada pelas F Niterói – F 40 (capitânia), União – F 45, Greenhalgh – F 46 e Bosisio – F 48, a Cv Barroso – V 34 e o NT Almirante Gastão Motta – G 23, além de 2 aeronaves UH-12/13 Esquilo e 3 aeronaves AH-11A Super Lynx, distribuídas pelos navios.

 

Também atuaram em apoio aos exercícios os S Tikuna – S 34 e Tamoio – S 31, o NSS Felinto Perry - K 11, a Cv Caboclo – V 19, os NPa Gurupá – P 46, na área do 1º DN e Grajaú – P 40 na área do 3º DN, além de uma aeronave P-95 Bandeirante Patrulha e dois caças-bombardeiros A-1 da FAB.

 

Foram visitados pelo navio os portos de Natal-RN (de 13 a 17/10) e Vitória-ES (21 a 24/10), retornando ao Rio de Janeiro em 26 de outubro.

 

2012

 

Participou da Operação ASPIRANTEX-12 realizada entre 13 de janeiro e 1º de fevereiro na área marítima entre o Rio de Janeiro e os litorais argentino e uruguaio.

 

Participaram da Operação as F Niterói – F 40, Liberal – F 43 e Greenhalgh – F 46, as Cv Barroso – V 34 e Frontin – V 33, o NDCC Almirante Sabóia – G 25, o NT Almirante Gastão Motta – G 23 e o S Tamoio – S 31, integrando GT sob o comando do CA Carlos Augusto de Moura Resende, Comandante da 1ª Divisão da Esquadra.

 

A Niterói navegando em formação com a Cv Frontin e o NDCC Almirante Saboia durante a Operação ASPIRANTEX 12. (foto: ?)

 

O navio esteve em Mar Del Plata (Argentina) entre 19 e 23/01 e Paranaguá de 27 a 30/01.

 

Depois de participar da ASPIRANTEX-12 o navio foi destacado pelo ComOpNav para acompanhar um vazamento ocorrido na FPWSO "Dynamic Producer" na Bacia de Santos em 31 de janeiro. O navio permaneceu na área ate o dia 03, tendo nesse período realizado vários lançamentos da aeronave organica para monitorar a evolução da mancha de óleo até sua dispersão. A Niterói tinha atracação programada para Santos junto com a Cv Frontin - V 33 mas acabou cancelando e depois de realizar essa faina de monitoração demandou ao Rio de Janeiro aonde chegou no final da tarde de 03 de fevereiro.

 

A Niterói na área do vazamento no dia 1º de fevereiro de 2012, ocorrido no dia anterior. (foto: CCSM) A Niterói na área do vazamento no dia 2º de fevereiro de 2012, navegando na esteira de um rebocador offshore do tipo AHTS da Maersk que esta espargindo “detergente” para dissolver a mancha de óleo. (foto: CCSM) A Niterói na área do vazamento no dia 2º de fevereiro de 2012. Ao fundo mais um AHTS, de outra empresa, também espargindo “detergente” para dissolver a mancha de óleo. (foto: CCSM)

 

Entre 2 e 12 de abril participou da Operação ADEREX-I/12 realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e São Paulo, junto com as F Greenhalgh – F 46 e Bosísio – F 48, o NT Almirante Gastão Motta – G 23, o S Tamoio – S 31 e o NPa Guajará - P 44. Os navios formaram o GT-704.1 sob o comando do CA Wilson Pereira de Lima Filho, Comandante da 2ª Divisão da Esquadra. Também participaram do exercício aeronaves AH-11A Super Lynx, UH-13 Esquilo-Bi e UH-14 Super Puma da ForAerNav e P-95 Bandeirante Patrulha, A-29 Super Tucano e 1 P-3AM Orion, sendo que essa última participou pela primeira vez. Foram realizados exercícios de desatracação sob ameaças assimétricas, adestramento de postos de abandono, operações aéreas, homem ao mar, avarias operacionais de máquinas, emprego dos equipamentos de Guerra Eletrônica, reboque, ações coordenadas antissubmarino e apoio de fogo naval. Dentre os eventos realizados, destaca-se a condução de ações coordenadas antissubmarino, com emprego, pela primeira vez, da aeronave P-3AM da Força Aérea Brasileira em conjunto com a Esquadra, ainda que em caráter de familiarização. Um oficial do Comando da 1ª Divisão da Esquadra embarcou naquela aeronave. Além disso, outro evento que mereceu atenção foi o exercício de apoio de fogo naval, empregando velocidades e distâncias navio-alvo maiores, conforme os novos procedimentos adotados nos exercícios tipo GUNEX atualmente empregados pelas Marinhas da OTAN. Esteve no porto de Santos-SP de 5 a 9 de abril.

 

Entre 16 e 19 de abril realizou comissão com a F Greenhalgh - F 46 para prestar apoio ao primeiro lançamento de um míssil sup-sup Exocet MM-40 com motor de fabricação nacional, realizado no dia 18 de abril, pela corveta Barroso – V 34.

 

Em 26 de abril suspendeu da BNRJ por volta das 10:30h, retornando na manhã do dia seguinte por volta das 07:30h.

 

Entre os dias 23 e 30 de maio realizou exercícios na área marítima entre o Rio de Janeiro e Vitória com a F Greenhalgh - F 46 e a Cv Barroso - V 34. Esteve no porto de Vitória entre os dias 25 e 28/05. O navio atracou no final da tarde de 31 de maio na BNRJ.

 

Em 11 e 13 de junho participou da operação PASSEX com o BPC Dixmude – L 9015 e a F Georges Leygues – D 640, da Marinha Francesa, integrando o GT-706.2 com a F Greenhalgh – F 46, o NT Almirante Gastão Motta – G 23, o S Tamoio – S 31 e um NPa do 1º DN. Foram realizados desembarque anfíbio na área da Marambia, na Baia de Sepetiba, operações aéreas, transito sob ameaça aérea, submarina e de superfície, tiro de superfície e TOM. Também participaram do exercício um elemento anfíbio composto por infantaria e CLAnf, além da EDCG Camboriú e diversas aeronaves da ForAerNav.

 

No dia 12 de julho em cerimônia presidida pelo Chefe de Operações Navais e Diretor-Geral de Navegação, AE Gilberto Max Roffé Hirschfeld , recebeu o Prêmio "Contato-CNTM/Esquadra-1º EsqdE", relativo ao período maio de 2011-abril 2012.

 

Em junho prestou apoio às operações de segurança da convenção RIO+20 da ONU, realizada no Rio de Janeiro.

 

Participou da Operação TROPICALEX 2012, realizada entre os dias 23 de julho e 4 de agosto, na área marítima entre o Rio de Janeiro e a Bahia, junto com as F Greenhalgh – F 46, Bosisio – F 48 e Independência - F 44, a Cv Barroso – V 34, o NT Almirante Gastão Motta – G 23 e o S Tamoio – S 31. Participaram também aeronaves da ForAerNav, a Cv Caboclo – V 19, o NPa Gravataí – P 51 e os NV Albardão – M 20 e Anhatomirim – M 16, do 2º Distrito Naval, o NPa Guarujá – P 49 do 3º Distrito Naval, RbAM Almirante Guillobel - R 25 do 1º Distrito Naval, além de Lanchas da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro e uma aeronave P-3AM Orion da FAB. Foi visitado o porto de Salvador entre os dias 27 e 30 de julho.

 

Destacou-se da Operação TROPICALEX junto com o NT Almirante Gastão Motta – G 23 para participar da Operação VENBRAS 2012 realizada entre os dias 3 e 13 de agosto na área marítima compreendida entre o Ceará e o Arquipélago de Fernando de Noronha, junto com os NPaOc ARBV Warao – PC 22 e Kariña – PC 24 da Armada da Venezuela. Também participaram o NPa Guaíba – P 41, lanchas da Capitania dos Portos do Ceara e uma aeronave de patrulha P3AM Orion da FAB.

 

Entre 27 de agosto e 11 de setembro participou da Operação FRATERNO XXX na área marítima entre Itajaí e o Rio de Janeiro, junto com a F Bosisio – F 48, o S Tamoio – S 31, o NT Almirante Gastão Motta – G 23 e a F ARA La Argentina – D 11 e Cv ARA Gómez Roca – F 46 da Armada Argentina. No final da noite de 2 de setembro suspendeu para a região de Arraial do Cabo.

 

Em 7 de setembro participou do Desfile Naval realizado na Orla do Rio de Janeiro em comemoração aos 190º Aniversário da Independência do Brasil da qual participaram o NVe Cisne Branco – U 20, o NDCC Almirante Sabóia – G 25, as F Niterói – F 40, Independência – F 44, União – F 45 e Bosísio - F 48, a Cv Barroso – V 34, o S Tamoio – S 31, o NHo Cruzeiro do Sul – H 38, os NPa Guaporé – P 45, Gurupi – P 47 e Macaé – P 70, o RbAM Almirante Guillobel – R 25, além da Cv ARA Gomez Roca – P 46, da Armada Argentina, e da F ROU Uruguay – ROU 01, da Armada Uruguaia. Também participaram do desfile aeronaves da Força Aeronaval.

 

Em outubro realizou a Comissão POIT V/2012, quando prestou apoio logístico ao Posto Oceanográfico da Ilha de Trindade.

 

Em 31 de outubro a Niterói, operando ao largo de Cabo Frio, realizou pela primeira vez na Marinha do Brasil, exercício de reabastecimento em vôo (HIFR – Helicopter In-Flight Refueling) com uma aeronave modelo MH-16 Seahawk do Esquadrão HS-1. Foram qualificadas três equipagens da aeronave, em um total de nove circuitos, com a passagem completa de todo o dispositivo necessário a faina de reabastecimento.

 

Participou da Operação Conjunta ATLANTICO III realizada entre os dias 19 e 30 de novembro na área marítima entre os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, tendo como foco a linhas de comunicação marítima do sul e sudeste. A Força-Tarefa Componente, Comandada pelo CA Marcio Ferreira de Mello, Comandante da 1ª Divisão da Esquadra, foi formada pelo NDCC Almirante Sabóia – G 25 (capitania), F Niterói – F 40, Cv Barroso – V 34, NaPaOc Amazonas – P 120 e pelo NT Marajó – G 27.

 

Entre 10 e 13 de dezembro realizou exercícios ao largo do Rio de Janeiro junto com a Cv Barroso e o NT Marajó, entre outros navios, prestando apoio ao Curso de Guerra A/S e de Atualização para novos Comandantes. No dia 12 acompanhou o NAe São Paulo - A 12 que realizou um curta saida da barra para testes de máquina.

 

2013

 

Participou da Operação ASPIRANTEX-2013, realizada entre os dias 10 e 31 de janeiro. A operação foi realizada em cinco fases na área marítima entre o Rio de Janeiro e o Uruguai e contou com a participação do NDCC Almirante Sabóia – G 25, as F Niterói – F 40, União – F 45 e Greenhalgh – F 46, Cv Barroso – V 34, S Timbira – S 32 e Tikuna – S 34, NT Marajó – G 27 e o NPa Babitonga – P 63. Foi visitado o porto de Montevideo entre os dias 17 e 21 de janeiro e de São Francisco do Sul-SC, entre os dias 25 e 28 de janeiro.

 

Em 9 de maio prestou apoio ao Estágio de Qualificação para Futuros Comandantes de Submarinos (EQFCOS), operando junto com uma aeronave MH-16 Seahawk do Esquadrão HS-1 e o S Tikuna - S 34, ao sul do Farol de Cabo Frio. A aeronave, controlada pela Niterói, detectou e identificou visualmente o penacho do Tikuna. No evento, foi empregado o equipamento EOSS (Eletro Optical Sensor System), que permite a visualização de alvos de superfície, mesmo durante o período noturno. Foram realizados 10 dips, empregando o sonar HELRAS de baixa freqüência, em dois lançamentos de 2,5 horas cada.

 

Participou da Operação BRAPER II-2013 realizada no litoral nordestino entre os dias 22 de maio e 3 de junho, junto com a fragata BAP Villavisencio – FM 52, o navio-tanque Marajó – G 27 e o submarino Tikuna – S 34, além de um helicóptero UH-12 Esquilo e dois AF-1 Skyhawk da ForAerNav. Foi visitado o porto de Natal. A fragata peruana, sob o comando do Capitan de Navio Juan Carlos Romani Seminário, além da BRAPER II estava realizando a Viagem de Instrução ao Estrangeiro (VIEX 2013), tendo suspendido de Callao em 22 de abril, com escalas em Guayaquil (Equador), passando pelo Canal do Panamá, La Guairá (Venezuela), Fortaleza-CE, Natal-RN, Belém-PA, Cartagena (Colômbia), regressando a Callao no dia 28 de junho.

 

A F Niterói demandando o Porto de Natal, passando a Ponte Newton Prado em 22 de maio de 2013. (foto: Icaro Luiz Joker Gomes)

 

A Niterói foi a capitania da Força-Tarefa 51, sob o comando do Comandante do 1º Esquadrão de Escolta, CMG Marco Lucio Malschitzky, e ao término da Operação permaneceu na área de jurisdição do Comando do 3º Distrito Naval com a finalidade de prestar apoio a segurança, na área de Recife, durante a Copa das Confederações FIFA.

 

Em 28 de julho suspendeu da BNRJ com o NT Marajó - G 27 para participar das Operações IGUAÇU 2013 e FRATERNO XXXI. Visitou o porto de Rio Grande entre os dia 1º e 3 de agosto.

 

Entre os dias 3 e 7 de agosto participou da Operação IGUAÇU 2013 realizada na área maritima entre Rio Grande e Puerto Belgrano como parte da preparação para a FRATERNO XXXI, junto com a F Greenhalgh - F 46, o NT Marajó - G 27 e o S Tikuna - S 34.

 

No dia 4 de agosto, a F Niterói e o NT Marajó realizaram um exercício simulado de reboque, como parte das atividades da Operação IGUAÇU-2013. A Niterói atuou como navio-rebocador, enquanto o Marajó simulou um navio sem propulsão, necessitando de ajuda. Após a passagem do cabo de reboque, houve apenas o tensionamento do mesmo, sem que o reboque fosse efetivamente realizado. Mesmo assim, as tripulações puderam ser adestradas para a realização de fainas similares.

 

Entre os dias 7 e 18 de agosto participou da Operação FRATERNO XXXI integrando o GT formado pela F Greenhalgh - F 46, o NDCC Garcia D'Ávila - G 29, o NT Marajó - G 27 e o S Tikuna - S 34. O GT argentino foi formado pelo destructor ARA Almirante Brown - D 10 e pelas corvetas ARA Espora - P 41 e ARA Parker - P 44.

 

Entre 7 e 12 de agosto esteve em Puerto Belgrano (Bahia Blanca-Argentina), realizando nesse periodo algumas saidas para o mar.

 

Em 18 de agosto, após o encerramento da Operação FRATERNO-XXXI, a Niterói e o Marajó partiram da Base Naval de Puerto Belgrano, na Argentina, em direção a Montevideo, no Uruguai, onde foi iniciada a Operação ATLANTIS-II, em conjunto com a Armada da República Oriental do Uruguai. A operação bilateral aconteceu entre os dias 21 de agosto e 11 de setembro, na área marítima compreendida entre Montevideo e o Rio de Janeiro, e é realizada a cada dois anos. O Grupo-Tarefa uruguaio era composto pelo NApLog ROU General Artigas – ROU 04, pela F ROU Uruguay – ROU 01, pelos NV ROU Temerário – ROU 31 e ROU Audaz – ROU 34, pelos NPa ROU Rio Negro – ROU 11 e ROU Paysandu – ROU 12, além do NAux ROU Vanguardia – ROU 26.

 

Antes do início da ATLANTIS-II, um helicóptero BO-105 Gavilan da AROU realizou um pouso na Fragata Niterói, para responder a uma necessidade logística do navio. Esse pouso foi considerado uma excelente oportunidade de operação dessa aeronave uruguaia, com o navio brasileiro.

 

Em 29 de agosto realizou uma operação de transferência de carga leve com o propósito de devolver a F ROU Uruguay – ROU 01 uma defensa que havia se desprendido do mesmo e que fora resgatada no mar pela lancha orgânica da Niterói.

 

Em 30 de agosto, atracou no porto de Itajaí-SC e em 7 de setembro atracou na BNRJ procedente da Baia da Ilha Grande.

 

 

 

O u t r a s    F o t o s

 

A Fragata Niterói, aproximando-se de outro navio para faina de transferencia de combustível. (foto: SRPM) A Fragata Niterói, aproximando-se de outro navio para faina de transferencia de combustível. (foto: SRPM) A Fragata Niterói, aproximando-se de outro navio para faina de transferencia de combustível. (foto: SRPM) A Fragata Niterói, entrando em Santos. (foto: NGB - Silvio Roberto Smera)

A Fragata Niterói, saindo da Baia da Guanabara, vista da cidade que lhe deu o nome. (foto: Edson Lucas) A Fragata Niterói e a Independência - F 44, atracadas em Santos. (foto: ?) Um SAH-11 Lynx sendo reabastecido em vôo pela Niterói. (foto: SRPM) A F Niterói navegando a toda força. (foto: SRPM)

A F Niterói, atracada no AMRJ, já na configuração ModFrag. (foto: Revista Naval) A F Niterói, atracada no AMRJ, já na configuração ModFrag. (foto: Revista Naval) A F Niterói, atracada no AMRJ, já na configuração ModFrag. (foto: ?) A F Niterói, atracada no AMRJ a contrabordo da F Greenhalgh - F 46. Ao fundo o NDD Rio de Janeiro - G 31 e o NApLog Atlantico Sul - G 40. (foto: Revista Naval)

A F Niterói, atracada no AMRJ na fase de conclusão dos trabalhos do programa MODFRAG. (foto: Revista Segurança & Defesa) A Niterói, novamente operando com a Esquadra depois de modernizada. (foto: SRPM) A Niterói, realizando um guinada em alta velocidade. (foto: SRPM) A Niterói, atracada em Itajaí-SC. (foto: Defesanet)

A Niterói, saindo do porto de Santos-SP. (foto: Coleção Roberto Smera) Foto rara, a Niterói docada, passando por PNR no AMRJ. Notar que abaixo da linha d' água é quase idêntica as Fragatas "primas" da classe Amazon (Type 21) da Royal Navy, transferidas para o Paquistão na década de 90.. (foto: Coleção CB-CI Armando Amaro Fernandes) Uma foto do navio entre 1998, mais ou menos a época em que os navios da classe começaram a receber os radares de navegação Furuno, e 2002 quando a Niterói iniciou o ModFrag. (foto: César T. Neves, Rogério Cordeiro)

 

R e l a ç ã o    d e    C o m a n d a n t e s

 

Comandante Período
CMG João Baptista Paolliello 20/11/1976 a 06/07/1979
CMG José Júlio Pedrosa 06/07/1979 a 15/05/1981
CMG José Ribamar Miranda Dias 15/05/1981 a 07/07/1983
CMG Carlos Alberto do Valle Milanez 07/07/1983 a 09/08/1985
CMG Francisco Domingues Marinho Filho 09/08/1985 a 28/08/1987
CMG Mário Augusto de Camargo Ozório (?) 28/08/1987 a 30/08/1989
CMG Jeronymo F. MacDowell Gonçalves 30/08/1989 a 03/05/1991
CMG Roberto Ciminelli 03/05/1991 a 17/08/1993
CMG Sérgio Loesch Soares 17/08/1993 a 24/07/1995
CMG __/__/1995 a __/__/1997
CMG __/__/1997 a __/__/1999
CMG Álvaro Valente Xavier __/__/1999 a __/__/2000
CF Paulo César Mendes Biasoli __/__/2005 a __/__/2006
CF Ricardo Alves de Barros __/__/2006 a __/__/200_
CF Ramon Dalzani __/__/200_ a __/__/200_
CF Gilberto Chaves da Silva 06/01/2010 a __/__/201_
CF Daniel Américo Rosa Menezes __/__/201_ a __/01/2014

 

 

B i b l i o g r a f i a

 

- Baker III, A.D. Combat Fleets of the World 1998-1999. Annapolis, MD: Naval Institute Press, 1998.

 

- Mendonça, Mário F. e Vasconcelos, Alberto. Repositório de Nomes dos Navios da Esquadra Brasileira. 3ª edição. Rio de Janeiro. SDGM. 1959. p.186-187.

 

- Folheto da Cerimônia de Aceitação e Incorporação da Fragata Niterói, Southampton, Shirley Press Ltd., 20 de novembro de 1976.

 

- NOMAR - Notícias da Marinha, Rio de Janeiro, SRPM, n.º 412, out. 1977; n.º 414, dez. 1977; n.º 436, out. 1979; n.º 439, jan. 1980; n.º 440, fev. 1980; n.º 443, mai. 1980; n.º 444, jun. 1980; n.º 458, ago. 1981; n.º 459, set. 1981; n.º 462, dez. 1981; n.º 463, jan. 1982; n.º 467, mai. 1982; n.º 496, out. 1984; n.º 500, fev. 1985; n.º 502, abr./mai./jun. 1985; n.º 503, jul. 1985; n.º 507, nov. 1985; n.º 511, mar. 1986; n.º 520, dez. 1986; n.º 521, jan. 1987; n.º 527, jul. 1987; n.º 531, nov. 1987; n.º 534, fev. 1988; n.º 535, mar. 1988; n.º 536, abr. 1988; n.º 537, mai. 1988; n.º 556, dez. 1989; n.º 564, ago. 1990; n.º 568, dez. 1990; n.º 579, nov. 1991; n.º 587, jul. 1992; n.º 601, mai. 1993; n.º 614, mar. 1994; n.º 616, abr. 1994; n.º 627, dez. 1994; n.º 628, jan. 1995; n.º 644, fev. 1996; n.º 655, fev. 1997; n.º 677, ago. 1998; n.º 699, jul. 2000; n.º 713, set. 2001; n.º 714, out. 2001; n.º 715, nov. 2001; n.º 717, jan. 2002; n.º 718, fev. 2002; n.º 766, fev. 2006.

 

- NOMAR - Notícias da Marinha, Rio de Janeiro, CCSM, n.º 770, jun. 2006; n.º 787, nov. 2007; n.º 790, fev. 2008.

 

- CCSM - Centro de Comunicação Social da Marinha.

 

- Revista Marítima Brasileira. Rio de Janeiro, SDGM, n.º 10/12, out/dez 1981.

 

- Revista Passadiço - Publicação do Centro de Adestramento Almirante Marques Leão. Niterói, Niterói, RJ, n.º 21, Ano XIV, 2001; n.º 22, Ano XV, 2002; n.º 25, Ano XVIII - 2005.

 

- Revista Segurança & Defesa, N.º7, Rio de Janeiro, Contec Editora, 1985.

 

- Revista Tecnologia & Defesa, São Paulo, Editora Aquarius, N.º 11, fevereiro de 1984; N.º 21, 1985; N.º 36, 1988.

 

- Agencia Estado 29/06/1992.

 

- Jornal A Tribuna, 9/dez/2005.

 

- Base Militar Web Magazine – www.alide.com.br - consultada em 02/11/2006.

 

- Site Porto Gente - www.portogente.com.br


Agradecemos a gentil colaboração do "plankowner" Jaime Haroldo de Azevedo que nos cedeu copia digitalizada do livreto da Mostra de Armamento e Incorporação à Armada do navio. O então 3º Sargento (Comunicações Interiores) Jaime foi um dos tripulantes que buscou o navio na Inglaterra.